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Azevedo Lima contribui para reduzir infecção hospitalar nas unidades públicas de Niterói

17 de outubro de 2017

Por Olenka Lasevitch

Recentemente oInstituto Latino Americano de Sepse (ILAS) publicou uma pesquisa indicando que56% dos pacientes que desenvolvem sepse nos hospitais públicos do Brasil e 55%nos hospitais particulares vão a óbito. “Neste ponto não há diferença entre opúblico e o privado. Então, a melhor alternativa é somar forças para contribuirmelhor”, afirma o Coordenador do CTI do Azevedo Lima, Dr. Felipe Ribeiro.Pensando assim, os líderes dos centros de tratamento intensivo dos dois maioreshospitais que atuam no município, Hospital Estadual Azevedo Lima e ComplexoHospitalar de Niterói (CHN), desenvolveram um protocolo para uniformizar aconduta e organizar a assistência em relação à sepse. O documento foi entreguepara a Secretaria de Saúde de Niterói em solenidade realizada no dia 10 deoutubro, com a presença da Secretária de Saúde, Maria Célia Vasconcellos,líderes da saúde no município e representantes do Azevedo Lima e CHN.

O protocolodeverá ser implementado nas unidades públicas de emergência e terapia intensivado município. Trata-se de uma série de orientações que têm por objetivo identificarpacientes com sepse e choque séptico; Melhorar a assistência; Racionalizar ouso de recursos; Gerar indicadores que permitam a avaliação dos processosassistenciais. Para a Secretária Municipal de Saúde, Maria Célia, esta diretrizde atendimento à sepse é o resultado da união, esforços e olhares diversos paraatender à população do município que não tem acesso à saúde suplementar. “Estaé a manifestação mais mortal da infectologia no ser humano e também a maiseclética, pois não distingue raça ou padrão social, não olha idade ouhistória”. 

O DiretorExecutivo do Azevedo Lima, Tiago Velloso, reforça  que “a força do públicoe do privado, unidas, deixam um legado para a cidade de Niterói, dentro dafilosofia de somar para a sociedade. Juntos somos mais fortes e quem ganha é apopulação. A responsabilidade do Azevedo Lima neste papel social de contribuirpara a comunidade niteroiense, que é a grande usuária desses hospitais, nosdeixa muito feliz. A entrega desse protocolo e a aproximação das instituiçõesfizeram deste um momento emblemático que vai ficar para a história”. Dr. Felipeacrescenta que “o CTI não tem como funcionar sem uma equipe comprometida. Aresponsabilidade de todos os profissionais tem o mesmo tamanho no cuidado aopaciente e, com recursos escassos, motivação e empenho são ainda maisfundamentais para conseguirmos bons resultados”.    

Daesquerda para a direita: Flávio Monteiro, Diretor Técnico do HEAL; TiagoVelloso, Diretor Executivo; a Secretária de Saúde de Niterói, Maria CéliaVasconcellos; Moyses Damasceno, Chefe de UTI no CHN e no INTO; Daniel Filho, Chefe de UTI do Samcordis e Diretor daSotileste; e Dr. Felipe Ribeiro, Coordenador do CTI do HEAL.

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