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Azevedo Lima presta homenagem ao Dia Nacional de Doação de Órgãos

3 de outubro de 2022

Para homenagear o Dia Nacional de Doação de Órgãos, comemorado em 27 de setembro, o Azevedo Lima organizou um encontro para que colaboradores de diversos setores pudessem conhecer de perto a história de Tayse e Andrew. Cardíaca desde os nove anos e na fila de transplantes por um coração há sete meses, Tayse Aghata da Cunha, 28 anos, conta que grande parte do índice de negação das famílias na hora de doar órgãos se dá por preconceito e desinformação. “Mas é justamente do sim de alguém que depende a minha e outras vidas. Quanto ainda teremos que esperar para tomar água, ir à rua, trabalhar, ter uma vida produtiva? Por isso eu sempre agradeço a oportunidade de participar de eventos como estes para levar informações até que um dia a gente consiga fazer a fila andar.” Andrew Mattheus Rodrigues se descobriu cardíaco aos 14 anos. Hoje, aos 24, depois de dois meses na fila, foi transplantado há cinco. “É importante falarmos sobre doação de órgãos. Quem recebe tem qualidade de vida novamente, como eu, que pude voltar a beber água e brincar com a minha sobrinha”.

Desde o início de sua participação no Programa Estadual de Transplantes, em 2010, o Hospital Estadual Azevedo Lima vem se mantendo nas primeiras posições em notificação e captação. No período entre o início de 2014, quando passou a ser gerido pelo ISG, até setembro de 2022, o HEAL realizou 244 notificações sobre potenciais doadores à Central de Transplantes e chegou a 79 captações. Somente em 2020, nos primeiros nove meses, foram 15 notificações e seis captações.

Segundo o coordenador da  Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Cidhott), Maximiniano Martins, existem atualmente mais de 51 mil pessoas na fila de espera por um órgão ou tecidos no Brasil e mais de 4,5 mil no Rio de Janeiro.

“Apesar da captação de órgãos ser um momento delicado para nós que trabalhamos no Centro Cirúrgico, é fantástico ver como esse trabalho pode salvar vidas. Mesmo sendo profissionais e multiplicadores, aprendemos e nos emocionamos muito aqui hoje”, ressaltou a enfermeira do Centro Cirúrgico, Rosana Costa

“Uma doação de órgãos pode chegar a beneficiar até oito pessoas. No caso de tecidos, acima de 50. Somente nos últimos oito anos, portanto, o Azevedo Lima contribuiu para salvar ou melhorar a vida de, pelo menos, centenas de pessoas”. Finaliza Maximiniano Martins.

  • Equipe multidisciplinar e direção, após o evento em homenagem ao Dia do Doador de Órgãos

  • Enfermeira Rosana Costa: Anjos de Asas

  • Tayse, Maximiniano e Andrew

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