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Equipes do CTI do HEAL se capacitam para o atendimento cada vez melhor

23 de outubro de 2017

Por Olenka Lasevitch 

 

Recentemente a equipe de Coordenação deEnfermagem do CTI adulto do Azevedo Lima desenvolveu uma pesquisa entre ostécnicos de enfermagem do hospital.  O objetivo foi saber o grau deentendimento dos profissionais em relação ao risco das cinco principaismedicações de alta vigilância utilizadas aqui. O resultado da pesquisademonstrou que os profissionais, em geral, não têm conhecimento sobre a açãodestas medicações no paciente e nem dos efeitos colaterais que elas podemcausar, como, por exemplo, uma droga para reduzir a pressão que pode reduziralém do esperado, ou uma droga utilizada para reposição de potássio que podecausar parada cardíaca. Apesar do paciente internado em CTI ter monitoramentocontínuo, sem o conhecimento do efeito colateral que a medicação pode causar, oprofissional não dará o acompanhamento adequado aos possíveis riscos.

 

“Não se trata de uma realidade do nossohospital, pois estes profissionais já trabalharam em outros hospitais e emmuitos casos, ainda trabalham em mais de um. Ou seja, esta falta deentendimento é uma probabilidade em qualquer hospital, público ou privado”,afirma a Coordenadora do Bloco Crítico, Enfermeira Tatiana Leandro, lembrandoque o tempo de experiência do profissional também não comprovou maisconhecimento.

 

O resultado da pesquisa, de autoria oucoautoria das enfermeiras Tatiana Leandro, Priscila Nascimento, Lilian Cabral eTereza Cristina Sarges, gerou duas grandes oportunidades:

 

1)   Apresentaçãono XIII Congresso Mundial de Medicina Intensiva, que este ano será realizado noBrasil pela primeira vez, em novembro. O trabalho será um dos quatro arepresentar o Azevedo Lima no evento.

2)   Resoluçãoda falta de entendimento sobre os medicamentos. As seis equipes deprofissionais que atuam nos plantões diurnos e noturnos das Unidades de CTI A,Be C – que responderam o questionário – desenvolveram uma pesquisa sobre cadauma das cinco medicações em questão. Ao final, na semana passada, foram feitasapresentações sobre os motivos de aplicação e os riscos de cada medicação, bemcomo reflexões sobre o significado e os cuidados de enfermagem que devem serobservados pela própria equipe.

 

Para Irenilsa Gomes da Silva, Técnica de Enfermagem do CTIA, “essa pesquisa foi importante para conhecermos melhor a função de cadamedicamento. Mesmo estando há tanto tempo no CTI sempre temos a oportunidade decada dia aprender mais. Treinar nunca é demais e nos dá ainda mais segurançapara agir com o paciente”.

 

“Foi muito positivo. As equipes ficaram bematentas e todos foram muito participativos. Com isso, estamos contribuindo paraa melhor adequação profissional não apenas dos técnicos de enfermagem que atuamno CTI do Azevedo Lima, como também de outros hospitais. É um efeito que semultiplica”, finaliza Tatiana Leandro.

 

 

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