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HEAL inicia doações de córnea em óbitos comuns

17 de outubro de 2016

A Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos (CIHDOTT) do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói, comemora o aumento no número de procedimentos para retirada de órgãos. Neste domingo (16), foi realizada mais uma captação, totalizando dez casos, quantidade já superior aos oito registrados em 2015. A unidade dá também um passo importante rumo à introdução de um novo programa de doação. Uma paciente de 66 anos que sofreu acidente vascular cerebral hemorrágico teve suas córneas captadas na segunda-feira (10) e seu procedimento bem-sucedido foi considerado um piloto para o início do Programa Coração Parado. A proposta da CIHDOTT é passar a captar esse tecido do olho sem que necessariamente o paciente tenha sofrido apenas a morte encefálica. A cirurgia mostrou que o potencial do hospital para melhorar a qualidade de vida de quem está na fila de transplantes é enorme. Pelo menos para o aproveitamento das córneas, qualquer óbito pode ser avaliado. A indicação vai depender de análise clínica. Esses tecidos normalmente são encaminhados para banco de córnea e depois utilizado pelo Programa Estadual de Transplantes (PET). Há cerca de 1.300 pessoas com dificuldade de visão no Estado do Rio dependendo desse tipo de transplante para ter uma vida mais autônoma.”Para a implantação do programa, precisamos ainda cumprir algumas etapas. A capacitação dos profissionais é a principal delas. Espero que ainda este ano esteja oficialmente inciado”, afirma o coordenador da CIHDOTT, Maximiniano Martins.

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