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No mês da Síndrome de Down, equipes da UTI Neo do Azevedo Lima cuidam do bebê Lucas

28 de março de 2017

Desde oano de 2006, o dia 21 de março é conhecido como o dia mundial da Síndrome deDown. A finalidade da data é dar visibilidade a esta síndrome que atinge hojecerca de 300 mil brasileiros, segundo pesquisa do Departamento de Genética doHospital Infantil Darcy Vargas (SP). Ela é causada pela presençade três cromossomos no par 21 das células do indivíduo. Daí o fato do diainternacional ser lembrado em 21/3.  Exatamenteum mês antes da data nasceu Lucas, no Azevedo Lima. Além da síndrome, o bebê é portador decardiopatia e está há mais de um mês sob os cuidados das equipes do hospital.

Segundo a Fisioterapeuta Fabiana Diaz, Responsável Técnica do Complexo Neo(UTI, UI, Maternidade), o trabalho das equipes com Lucas, que está na UTI Neo,tem sido em prol dos estímulos sensório-motores do bebê, que incluem estímulosvisuais, cognitivos e táteis, desenvolvidos sempre com o acompanhamento eparticipação da mãe, Vanessa Portugal. Para homenagear o Lucas no dia mundialda Síndrome de Down, as equipes do Azevedo Lima introduziram no dia 21/3 otratamento dentro do ofurô, utilizando as mesmas técnicas, mas dentro da águamorna. “O Lucas adorou. Ficou tranquilo e até dormiu. Agora nós vamos incluir oofurô sempre no tratamento dele”, relata Fabiana.

Esta síndrome não oferece restrições à vida social do seu portador. Ao contrário, as pessoas com síndrome de Down têm muito mais em comum com o resto da população do que diferenças, apesar de terem grandes chances de apresentarem problemas de saúde como cardiopatias congênitas, que afetam cerca de 40% desta população, entre outros. Após o desenvolvimento de tratamentos adequados, no entanto, a expectativa de vida destes indivíduos é alta.

Além de estaremprontas para atender bebês em qualquer situação de alta complexidade, asequipes do Azevedo Lima preparam a família para o momento após a alta, quandodeverão estar prontos para dar continuidade ao trabalho de acompanhamento,sobretudo no caso de uma criança especial. E Vanessa concorda: “Quanto mais amãe participa, maior é o estímulo para que a criança possa ir logo para casa. Asíndrome não faz diferença. É meu filho”, finaliza

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