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Quem não mede não gerencia: gestão para resultados no Azevedo

27 de junho de 2017

Por Verônica Richardelli

A frase que dá título à matéria é de Peter Drucker, o ‘papa’ da administração, e resume a importância de se acompanhar de perto todos os processos e seus resultados dentro de uma empresa ou instituição. Principalmente em momentos de crise como a que o nosso estado vive, quando estes processos precisam ser cuidadosamente revistos e não existe margem para falhas. Seguindo esta linha, a direção do Azevedo Lima está intensificando um modelo de gestão voltado para resultados, integrando pessoas, processos e tecnologia.  

Diariamente, é feita a medição da produção do hospital numa ferramenta metodológica, compartilhada com os chefes de equipes. Números de entrada e saída de pacientes e de procedimentos realizados, dentre outros importantes indicadores, são avaliados e comparados, o que permite que a Direção tenha visão sistêmica do que acontece na unidade. “Os números nos contam muito e nos ajudam a ter um melhor controle”, explica Tiago Velloso, Diretor Executivo do Azevedo Lima. Paradoxalmente, este modelo pode gerar economia e, ao mesmo tempo, impactar positivamente na qualidade do atendimento. “É o nosso desafio: equilibrar a saúde financeira da unidade e, junto à Direção Técnica, não descuidar da saúde dos nossos pacientes”, avalia Tiago. 

Tiago faz uma analogia com o conhecido sistema Toyota de desenvolvimento de produtos – que permite uma produção eficiente com menos custos e menos falhas -, e  o compara a uma unidade hospitalar. “O modelo de produção da empresa japonesa é dividido em multiplataformas. Cada uma delas – responsável por uma etapa da produção do carro – tem um engenheiro-chefe que faz a interface com as demais plataformas, assegurando o alinhamento de todos os processos. Porque o objetivo é único: a qualidade final da produção. Aqui, as multiplataformas são os setores da unidade e nossos engenheiros-chefes são os coordenadores de setor. Todos devem atuar de forma integrada, em prol dos mesmos objetivos”. 

Dra. Gisela Motta, Diretora Técnica da unidade, endossa que as mudanças são bem-vindas e necessárias para atravessarmos o período de crise, e que assim seguiremos, “com foco nos resultados e também nas pessoas”.  E acrescenta: “É preciso que nossas lideranças’, junto às suas equipes, estejam comprometidas com estes resultados, produzindo juntos, em benefício do Azevedo Lima e da população que aqui atendemos”. 

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