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Fonoaudiólogas orientam colaboradores sobre impactos dos ruídos no ambiente

20 de agosto de 2021

Por Talita Araújo

A iniciativa faz parte da “Campanha do Silêncio” promovida pela Comissão Interna de Humanização (CIH) que visa melhorias na qualidade de vida e de trabalho

Nos dias 10 e 11 de agosto, colaboradores do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de São José dos Campos participaram de treinamento voltado a melhoria da qualidade do ambiente ambulatorial com foco na diminuição de ruídos que causam a poluição sonora. Ao todo, 105 colaboradores de vários setores receberam instruções dadas pelas fonoaudiólogas Carolina Abrantes e Bárbara Bastos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que um som deve ficar em até 50 decibéis (unidade de medida do som) para não causar danos ao ser humano, pois a partir desse nível, os maus efeitos começam, como: dificuldades intelectuais, falta de concentração e muita tensão. Os ruídos produzidos ao redor interferem muito na qualidade de vida das pessoas e trazem consequências, como: “estresse, ansiedade, perda da audição, entre outros”, explica a fonoaudióloga Carolina.

Dentre as estratégias dadas no treinamento para um ambiente com menor ruído estão atitudes como diminuir o tom de voz, fazer contato visual, utilizar de gestos e expressões faciais, falar pausadamente e com frases curtas, respeitando as pontuações e respiração. Essas dicas também colaboram com uma comunicação mais efetiva em um período de uso de máscaras faciais devido as ações de prevenção a Covid-19, que podem ser uma barreira para a comunicação.

Outros cuidados que também foram destacados e são essenciais estão relacionados aos hábitos alimentares. “Hidratação, beber água, comer maçã. E evitar café, chocolate, leite e derivados. O ouvido e a voz precisam descansar”, completa a fonoaudióloga Bárbara.

O treinamento faz parte da “Campanha do Silêncio” e foi promovido pela Comissão Interna de Humanização (CIH), que busca conscientizar colaboradores e pacientes sobre atitudes que sejam colaborativas com um ambiente ambulatorial. “Nos dois dias, os colaboradores foram distribuídos em turmas para não gerar aglomerações”, relata Fabiana Lima, presidente da CIH.

 A campanha conta ainda com cartazes dispostos na recepção da unidade com dicas de atitudes para contribuir com o silêncio no ambiente, como o uso consciente do celular em área externa e/ou com fones de ouvidos.

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