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AME SJC realiza mutirão de endocrinologia pediátrica e transforma experiência médica em Momento de CoragemAME São José dos Campos

23 de fevereiro de 2026

Cerca de 23 crianças foram atendidas em dois dias de ação intensiva voltada ao diagnóstico de deficiência do hormônio do crescimento

O AME de São José dos Campos (AME SJC) promoveu, nos dias 18 e 20 de fevereiro, um mutirão de atendimento em endocrinologia pediátrica com foco no diagnóstico de deficiência de GH, o hormônio do crescimento. Ao longo dos dois dias de ação, cerca de 23 crianças foram atendidas e submetidas a testes de estímulo com clonidina e insulina — exames fundamentais para identificar possíveis causas de crescimento fora do padrão esperado para a faixa etária.

A iniciativa partiu da necessidade de agilizar o atendimento e reduzir as filas de espera na especialidade. “O mutirão funcionou como uma maneira de otimizar os atendimentos e minimizar as filas”, explica a endocrinologista pediátrica Dra. Valéria Lameira, responsável pelos atendimentos durante a ação. Ela reforça a importância do diagnóstico precoce: “Quanto mais cedo detectarmos as causas, mais chances teremos de reverter o problema com o tratamento correto.”

Acolhimento que faz a diferença

Se do ponto de vista clínico o mutirão já representou um avanço importante, do ponto de vista humano ele foi ainda mais especial. A equipe de enfermagem do AME SJC recebeu cada criança de forma lúdica e humanizada, transformando o momento da coleta de sangue — naturalmente temido pelos pequenos — em uma experiência de superação. Apesar do medo inicial da agulha, as crianças se sentiram acolhidas e amparadas durante todo o processo. E para marcar a data de forma positiva e afetiva, cada uma delas recebeu ao final um certificado de coragem, um gesto simbólico que tornou o dia mais leve e memorável.

Para a enfermeira Elisabete Castro, que integrou a equipe durante o mutirão, essa forma especial de cuidar vai muito além do procedimento em si. “Essa maneira especial de acolhimento faz toda a diferença”, destaca ela, ressaltando que quando a criança se sente segura e respeitada, toda a experiência muda — para ela e para a família.

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