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HRJR leva música erudita para pacientes, familiares e colaboradoresHRJR

23 de janeiro de 2026

Quinteto de cordas apresenta repertório sacro e ecumênico; projeto piloto é realizado por meio da parceria com a Congregação Cristã do Brasil em Itanhaém

Por Silas Macedo

Imagine estar em uma unidade hospitalar, sendo atendido, acompanhando um paciente ou até mesmo estar trabalhando e ser surpreendido por uma apresentação de música erudita. Essa surpresa aconteceu no HRJR no último 22 de janeiro por meio de um projeto piloto realizado em parceria o Departamento de Assistência Religiosa para Evangelização (Darpe) vinculada a Congregação Cristã no Brasil de Itanhaém.

O projeto, embora tenha sido criado por um núcleo de evangelização, tem foco no acolhimento, na espiritualidade ecumênica e na experiência com a música como ferramenta para potencializar a cura e proporcionar o bem-estar.

As apresentações iniciaram na recepção central do HRJR, com um quinteto de cordas formado por um violoncelo, três violinos e uma rabeca, regidos pelo maestro Fabrício Zachini, seguindo por todos os andares da unidade. A cada andar, um momento de pausa, sensibilidade e alento por meio da música.

Médicos, equipes da assistência, pacientes e acompanhantes deixavam seus postos de trabalho e quartos para assistir as apresentações. Celulares em mãos registrando o momento e compartilhando o instante musical, olhos marejados e agradecimentos pelo contato com a música dentro do ambiente hospitalar, aconteceram em todos departamentos da unidade.

O maestro Zachini explica que o intuito da ação é proporcionar um momento de paz e o contato com a música sacra nos hospitais. “A música toca a almas das pessoas. É uma forma de conexão direta com Deus”, destacou.

Para a diretora técnica do HRJR, Dra. Keila Alves Franchin, o projeto de música é muito positivo para a unidade, pois permite uma interrupção momentânea na rotina hospitalar, gerando bem-estar e conforto a todos. “Sabemos que a musicoterapia traz benefícios físicos, psicológicos e emocionais para o paciente, contribuindo para os processos de cura”, afirmou.

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